Na construção civil, é importante olhar para tudo o que deu certo (e errado) no canteiro e decidir o que não pode faltar nas obras de 2026.
E para isso, é necessário ter uma análise sobre três pilares que vão fazer diferença no seu resultado: planejamento, proteção de acabamentos e gestão de canteiro.
Planejamento de obras é, basicamente, o “mapa” que orienta cada etapa: orçamento, cronograma, uso de mão de obra, equipamentos e materiais. Um bom plano ajuda a evitar atrasos, desperdícios e retrabalho.
Estudos e materiais técnicos mostram que:
falta de planejamento aumenta atrasos, custos e compromete a qualidade;
um planejamento bem feito reduz gastos com materiais, melhora o uso do tempo da equipe e diminui a necessidade de serviços refeitos.
Na prática, para 2026, isso significa:
começar cada obra com escopo claro, orçamento detalhado e cronograma realista;
conectar o planejamento ao controle de obra, ajustando rota conforme o avanço;
integrar escritório e canteiro para que as decisões financeiras e técnicas conversem entre si.
Sem isso, qualquer aumento de custo (materiais, mão de obra, frete) corrói a margem antes mesmo da entrega.
Um ponto forte da matéria do G1 é o destaque para a proteção de pisos e acabamentos como item obrigatório nas obras em 2026 – especialmente em reformas e empreendimentos com acabamento de alto padrão.
Protetores de piso bem dimensionados ajudam a:
evitar riscos, trincas, manchas e quebras em revestimentos novos;
reduzir gastos com reposição de peças e retrabalho de mão de obra, que encarecem a obra e atrasam a entrega;
facilitar a limpeza final, deixando a entrega mais rápida e profissional.
Quando o piso não é protegido, qualquer descuido vira:
quebra de peça no transporte interno;
risco de ferramentas e andaimes;
respingos de tinta, argamassa e rejunte difíceis (ou impossíveis) de remover.
No papel, isso parece “coisa pequena”. Na realidade, em obras médias e grandes, esses pequenos danos viram perdas sistemáticas que comem o lucro do empreendimento.
Para 2026, a mensagem é clara:
Piso e acabamento não podem ser tratados como “depois a gente vê”.
Eles precisam entrar no planejamento desde o início – com solução de proteção escolhida, comprada e aplicada na hora certa.
Diversos levantamentos apontam que o desperdício na construção civil brasileira pode chegar a 30% a 40% dos materiais, considerando perdas, sobras e retrabalho.
Parte desse problema vem de:
compras mal planejadas;
falhas de comunicação entre projeto e execução;
falta de controle sobre o uso de materiais;
ausência de proteção adequada em pisos, esquadrias, louças e demais acabamentos.
Além do impacto financeiro, o desperdício também tem peso ambiental: o setor é um dos maiores geradores de resíduos no país, com milhões de toneladas de entulho por ano.
Ou seja, quando você protege pisos e acabamentos, planeja bem as etapas e controla o uso de materiais, não está apenas “economizando um pouco”:
está defendendo a margem da obra;
reduzindo o volume de resíduos;
diminuindo retrabalhos que consomem tempo da equipe e atrasam a entrega.
Outro recado importante para 2026 é que gestão não pode ficar só na planilha.
Estudos recentes em planejamento e gestão de obras reforçam que a ausência de ferramentas e rotinas de controle compromete diretamente:
produtividade;
qualidade;
capacidade de cumprir prazos e orçamentos.
Para profissionalizar a gestão, a empresa precisa:
acompanhar custos por obra de forma estruturada;
ter indicadores simples (prazo, custo, produtividade, retrabalho, segurança);
registrar decisões e mudanças de escopo;
transformar dados em reunião de resultado – não apenas em arquivo esquecido.
Digitalizar processos, usar aplicativos de campo e conectar informações em tempo quase real deixa de ser “moda” e passa a ser uma necessidade competitiva.
Fonte: G1